2011年1月13日木曜日
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2011年1月5日水曜日
oque é resident evil
Resident Evil é baseado no jogo Sweet Home,[2] o qual é baseado no filme japonês, スイートホーム (Suiito houmu). Sweet Home foi lançado apenas no Japão em 1989 para o Famicom (Nintendo Entertainment System). Resident Evil herdou muitos dos elementos Sweet Home incluindo a mansão, os quebra-cabeças e até a tela de carregamento na forma de uma porta que se abre. Enquanto os jogos iniciais da série foram anunciados no mercado asiáticos e ocidentais sob o título "BioHazard", a ramificação americana da Capcom mudou o título para Resident Evil alguns meses antes do lançamento. Apesar de nenhum motivo oficial para mudança ter sido divulgado, é dito que o motivo para a troca foi referente a uma quebra de patente, provavelmente pelo fato do nome BioHazard nos EUA pertencer a uma banda.
Alguns fãs acreditam que o nome ocidental também veio de Sweet Home, porque, em um ponto desse jogo, os personagens se referem ao local como "The house of residing evil" ("A casa onde o mal reside"). Outros acham que o nome tem a ver com os moradores dos locais em que os personagens se encontram, dado que em todos os Resident Evil, os protagonistas são intrusos que entram em um lugar habitado por monstros (os residentes). No Resident Evil 1, era a Mansão Spencer. Em Resident Evil 2, seria a Delegacia de Polícia de Raccoon City. No Resident Evil 3, é toda a Raccoon City. No Resident Evil 4, um vilarejo nos confins da Espanha e no Resident Evil 5, uma pequena cidade na África. Alguns também afirmam que "Hospede Maldito" seria adequado ao vírus / parasita que está "hospedado" dentro dos seres infectados. O título acabou se mostrando bastante adequado a todas as hipóteses.
A maioria dos jogos da série são na perspectiva em 3ª pessoa, vendo os personagens por cima enquanto eles se movem por cenários pré-renderizados. Apesar de Resident Evil ter sido um dos primeiros jogos a usar este estilo de jogo nos consoles, a técnica foi primeiramente usada na série de jogos para PC, Alone in the Dark que também é citado como o primeiro jogo do gênero survival-horror. Esses cenários estáticos agradaram muito os fãs, apesar de CODE: Veronica, Resident Evil 4 e, mais recentemente, Resident Evil 5 terem apresentados cenários em tempo real.
Alguns dos jogos permitem ao jogador escolher de um a dois personagens, os quais afetarão em que partes da história serão revelados segredos adicionais, pequenas missões, armas e finais destraváveis após completar o jogo com ambos personagens.
A série Resident Evil é controversa quanto ao uso de violência, mutilações e sangue, que são vistos por todo jogo, do começo ao fim. Cada jogo começa por uma mensagem avisando que "Este jogo contém cenas sangrentas e de violência explícita" ("This game contains scenes of explicit violence and gore"). Deve ser notado que a violência no jogo, diferente da sérieGrand Theft Auto, é praticamente exclusiva com os zumbis e mutantes não humanos, e, apenas duas vezes, o jogador teve que lutar e matar outro ser humano (os quais, em geral, eram vilões). De qualquer modo, os personagens controlados pelo jogador são humanos e suas mortes são bem detalhadas – especialmente no Resident Evil 4 e Resident Evil 5, onde o personagem principal pode ser decapitado, partido ao meio e outros detalhes. A tela de Game Over também acrescenta a isso as palavras "You Died" ou "You Are Dead" ("Você Morreu" ou "Você está morto") em uma fonte de sangue.
Além disso, controvérsias apareceram das negociações da Capcom com a Nintendo para tornar o título Resident Evil exclusivo do GameCube,[3] ao menos na história principal, após vários anos lançando o jogo para o PlayStation e os adaptando para outras plataformas.f
ciclo do nitrogênio
O processo pelo qual o nitrogênio ou azoto circula através das plantas e do solo pela ação de organismos vivos é conhecido como ciclo do nitrogênio ou ciclo do azoto. O ciclo do nitrogênio é um dos ciclos mais importantes nos ecossistemas terrestres. O nitrogênio é usado pelos seres vivos para a produção de moléculas complexas necessárias ao seu desenvolvimento tais como aminoácidos, proteínas e ácidos nucleicos.
O principal repositório de nitrogênio é a atmosfera (78% desta é composta por nitrogênio) onde se encontra sob a forma de gás (N2). Outros repositórios consistem em matéria orgânicanos solos e oceanos. Apesar de extremamente abundante na atmosfera o nitrogênio é frequentemente o nutriente limitante do crescimento das plantas. Isto acontece porque as plantas apenas conseguem usar o nitrogênio sob três formas sólidas: íon de amônio (NH4+),ion de nitrito (NO2-) e ion de nitrato (NO3-), cuja existência não é tão abundante. Estes compostos são obtidos através de vários processos tais como a fixação e nitrificação. A maioria das plantas obtém o nitrogênio necessário ao seu crescimento através do nitrato, uma vez que o íon de amônio lhes é tóxico em grandes concentrações. Os animais recebem o nitrogênio que necessitam através das plantas e de outra matéria orgânica, tal como outros animais (vivos ou mortos)
Processos do ciclo do nitrogênio
Fixação
A fixação é o processo através do qual nitrogênio é capturado da atmosfera em estado gasoso (N2) e convertido em formas úteis para outros processos químicos, tais como amoníaco(NH3), nitrato (NO3-) e nitrito (NO2-). Esta conversão pode ocorrer através de vários processos, os quais são descritos nas secções seguintes.
Fixação Biológica
Algumas bactérias têm a capacidade de capturar moléculas de nitrogênio (N2) e transformá-las em componentes úteis para os restantes seres vivos. Entre estas, existem bactérias que estabelecem uma relação de simbiose com algumas espécies de plantas (leguminosas) e bactérias que vivem livres no solo. A simbiose é estabelecida através do consumo deamoníaco por parte das plantas; amoníaco este que é produzido pelas bactérias que vivem nos caules das mesmas plantas]
Fixação Atmosférica
A fixação atmosférica ocorre através dos relâmpagos, cuja elevada energia separa as moléculas de nitrogênio e permite que os seus átomos se liguem com moléculas de oxigénioexistentes no ar formando monóxido de nitrogênio (NO). Este é posteriormente dissolvido na água da chuva e depositado no solo.
A fixação atmosférica contribui com cerca de 58% de todo o nitrogênio fixado.
Fixação Industrial
Através de processos industriais (nomeadamente o processo de Haber-Bosch) é possível produzir amoníaco (NH3) a partir de azoto (N2) e hidrogénio (H2). O amoníaco é produzido principalmente para uso como fertilizante cuja aplicação sustenta cerca de 40% da população mundial.
Assimilação
Os nitratos formados pelo processo de nitrificação são absorvidos pelas plantas e transformados em compostos carbonados para produzir aminoácidos e outros compostos orgânicos de nitrogênio.
A incorporação do nitrogênio em compostos orgânicos ocorre em grande parte nas células jovens em crescimento das raízes.
Mineralização
Através da mineralização (ou decomposição) a matéria orgânica morta é transformada no íon de amônio (NH4+) por intermédio de bactérias aeróbicas, anaeróbicas e alguns fungos.
Nitrificação
A oxidação do amoníaco, conhecida como nitrificação, é um processo que produz nitratos a partir do amoníaco (NH3). Este processo é levado a cabo por bactérias (bactérias nitrificantes) em dois passos: numa primeira fase o amoníaco é convertido em nitritos (NO2-) e numa segunda fase (através de outro tipo de bactérias nitrificantes) os nitritos são convertidos em nitratos (NO3-) prontos a ser assimilados pelas plantas.
Desnitrificação
A desnitrificação é o processo pelo qual o azoto volta à atmosfera sob a forma de gás quase inerte (N2). Este processo ocorre através de algumas espécies de bactérias (tais comoPseudomonas e Clostridium) em ambiente anaeróbico. Estas bactérias utilizam nitratos alternativamente ao oxigênio como forma de respiração e libertam azoto em estado gasoso (N2).
Eutrofização
A eutrofização corresponde a alterações de um corpo de água como resultado de adição de azoto ou fósforo.
Os compostos de azoto existentes no solo são transportados através dos cursos de água, aumentando a concentração nos depósitos de água, o que pode fazer com que estes sejam sobre-populados por certas espécies de algas podendo ser nocivo para o ecossistema envolvente.
Repositórios de Azoto
Os principais repositórios de azoto são a atmosfera, plantas, animais, solos e os oceanos.
Atmosfera
A atmosfera comporta a maior parte do azoto existente na Terra. Este encontra-se principalmente sob a forma de N2. Estima-se[1] que existam 3.9-4.0 x 109 TgN ( TgN = Teragrama deN = 1012 g de N ) na atmosfera. O tempo de residência médio de uma molécula de N2 na atmosfera é de 10 milhões de anos.
O Azoto encontra-se na atmosfera também sob a forma de monóxido ou dióxido de azoto (NOx) e sob a forma de óxido nitroso (N2O). Sob a forma de NOx existem 1.3-1.4 TgN com um tempo de residência médio de 1 mês. Sob a forma de óxido nitroso (N2O) existem cerca de 1.4 x 10³ TgN com um tempo de residência de 100 anos.[1]
Plantas e animais
Existem cerca de 3 x 104 TgN em plantas e animais, com um tempo de residência de 50 anos.[1]
Solos
Os solos contêm cerca de 9.5 x 104 TgN, com um tempo de residência médio de 2000 anos.[1]
Oceanos
Nos oceanos o azoto encontra-se tanto na superfície como no fundo em forma de sedimentos (4-5 x 108 TgN) . À superfície encontra-se dissolvido organicamente (2 x 105 TgN).[1]
Fluxos
O azoto transita entre os vários repositórios a diferentes taxas. A tabela seguinte apresenta os fluxos do azoto entre a atmosfera e os outros repositórios (nomeadamente plantas e solos).
collapse;table-layout:fixed'
| Mundo[1] | |||
| Habitantes [milhões] | 6600 | ||
| Área terrestre [10³ km²] | 148939.1 | ||
| Área arável % | 13.13 | ||
| Input | TgN/ano | ||
| Fixação biológica | 30 | ||
| Importações (rações) | 40 | ||
| Fertilizantes sintéticos | 80 | ||
| Fixação atmosférica | 60 | ||
| Output | TgN/ano | ||
| Produtos vegetais | |||
| Produtos animais | |||
| Emissões gasosas (animais) | |||
| Desnitrificação (solos) | 12.2 | ||
| Emissões gasosas (solos) | 6.9 | ||
| Emissões aquáticas | 122 | ||
| Emissões industriais | 20 |
Influência Humana
Como resultado da utilização intensiva de fertilizantes e da poluição resultante dos veículos e centrais energéticas, o Homem aumentou significativamente a taxa de produção de azoto utilizável biologicamente. Esta alteração leva a alterações da concentração deste nutriente, moderadamente em depósitos de água (através da eutrofização), e ao excessivo crescimento de determinadas espécies deteriorando o ambiente que as rodeia.
Poluição
Poluição provocada pelas influências antropogénicas do ciclo do azoto pode manifestar-se através de (Naturlink 2000):
- Óxido nitroso (N2O), gás libertado essencialmente por via da combustão e o facto de ser pouco reactivo na troposfera permite exercer os seus efeitos nocivos durante muitos anos. O seu efeito na estratosfera assenta na deterioração da camada protectora de ozono com influências das radiações ultravioletas.
- Óxidos do Azoto (NOx), particularmente o monóxido e o dióxido do azoto são altamente reactivos, com vidas relativamente curtas, por isso as alterações atmosféricas são apenas detectadas a nível local e regional. Estas alterações manifestam-se principalmente através de nevoeiro fotoquímico, que tem consequências perigosas para a saúde humana, assim como para a produtividade dos ecossistemas. O dióxido do azoto transformado em ácido nítrico compõem a chuva ácida, que destrói monumentos e acidifica solos e sistemas aquáticos, desencadeando profundas alterações na composição das suas comunidades bióticas.
- Nitratos (NO3-), que contaminam águas que ao serem ingeridas provocam várias disfunções fisiológicas.
Apesar dos ecossistemas terrestres serem vulneráveis ao excesso de azoto, os sistemas aquáticos são os que mais sofrem, porque são os receptores finais do excedente do azoto que chega por escorrência ou através de descargas directas de efluentes não tratados.
Ciclo do nitrogênio nos aquários
Ver artigo principal: Ciclo do azoto nos aquários
Em aquários, o ciclo no nitrogênio é incompleto, devido à ausência da fase anaeróbia. Por esta razão, os aquaristas devem realizar trocas parciais regulares nos seus aquários e assim manter o nível de nitratos em uma gama aceitável.
Ciclo do Nitrogênio em Portugal
Fluxo
collapse;table-layout:fixed'
| Portugal(a) | |||
| Habitantes [milhões] | 10 | ||
| Área terrestre [10³ km²] | 92.391 | ||
| Área arável % | 17.29[2] | ||
| Input | GgN/ano | ||
| Fixação biológica | 16.1 | ||
| Importações (rações) | 55.8 | ||
| Fertilizantes sintéticos | 86.6 | ||
| Fixação atmosférica | 37.4 | ||
| Output | GgN/ano | ||
| Produtos vegetais | 30.8 | ||
| Produtos animais | 15.4 | ||
| Emissões gasosas (animais) | 25.7 | ||
| Desnitrificação (solos) | 55.8 | ||
| Emissões gasosas (solos) | 25.7 | ||
| Emissões aquáticas | 55.8 | ||
| Emissões industriais | 12.5 |
Obs: GgN = abrev. de gigagrama de N. 1 Gg = 109 g.
Concentração de nitratos em água doce
A concentração de derivados de azoto em água doce influencia a qualidade da água e pode, para valores altos, afectar a saúde pública. Podemos considerar dois tipos de massas de água doce: rios e repositórios de água no sub-solo.
Concentração de nitratos no sub-solo
Concentração de NO3 (mg/l) em água doce no sub-solo em Portugal (2003):[3]
- Menos de 10 mg/l: 40.8%
- Entre 10 e 25 mg/l: 16.3%
- Entre 25 e 50 mg/l: 15.2%
- Mais de 50 mg/l: 27.7%
A nível europeu, os valores aceitáveis para concentração de nitratos para água potável são até 25 mg NO3/l. O máximo permitido é de 50 mg NO3/l.[4]
Apesar dos valores apresentados, a concentração de nitratos tem vindo a descer em todos os corpos de água subterrâneos, com tendência para chegarem a uma concentração inferior a 10 mg NO3/l.[3]
2011年1月4日火曜日
google chrome
O Google Chrome é um navegador desenvolvido pelo Google e compilado com base em componentes de código aberto como omotor de renderização de WebKit e sua estrutura de desenvolvimento de aplicações (Framework).[3] Em menos de dois anos de uso, o Google Chrome já é o terceiro browser mais usado do mundo, atrás apenas do Internet Explorer e Mozilla Firefox. Em outubro de 2010, cerca de 8,50% dos usuários de Internet do mundo mantiveram o Google Chrome como seu browser principal.[4] Já no mês de outubro do mesmo ano, o navegador passou a ter uma participação no mercado de 8,47%.[5] Está disponível gratuitamente sob condições de serviço específicas. O nome do navegador deriva do término usado para o marco dainterface gráfica do usuário ("chrome").
Em 2 de setembro de 2008 saiu a primeira versão ao mercado, sendo esta uma versão beta.[6] Finalmente, em 11 de dezembrode 2008 foi lançada uma versão estável ao público em geral.[7] No momento, o navegador está disponível para a plataformaMicrosoft Windows em mais de 51 idiomas. A versão para sistemas Mac OS X e Linux se encontra atualmente em desenvolvimento, com disponibilidades de versões beta em ambos sistemas operacionais.[8][9]
Além de desenvolver o Google Chrome, o Google ainda patrocina o Mozilla Firefox, um navegador que é desenvolvido pelaFundação Mozilla com popularidade ainda maior que a do Google Chrome. É o mais jovem dos grandes navegadores para internet, sendo lançado em versão beta em 2008.
Barra de endereço com recursos de auto-completar, batizada de "omnibox";Recursos
- V8, uma máquina virtual JavaScript;
- Modo privativo;
- Aplicativos web podem ser executados em uma janela própria sem a barra de endereços e ferramentas;
- Lista negra atualizada automaticamente contra phishing e malware utilizando a API de navegação segura do Google;
- Utilização do renderizador WebKit, também usado no Safari (navegador);
- Abas e plugins são executados como processos separados;
- Integração do Gears;
- Ferramentas para desenvolvedores de sites;
- Diferente da maioria dos navegadores, o Chrome não possui um modo offline.
História
Anúncio
O anúncio oficial, por meio de uma história em quadrinhos (banda desenhada em Portugal) a ser enviada para jornalistas e blogueiros, foi planejado para 3 de setembro de 2008.[10] No entanto, as cópias planejadas para a Europa foram enviadas antes da data de lançamento oficial e o blogueiro Philipp Lenssen do Google Blogoscoped recebeu sua cópia no dia 1 de setembro de 2008.[11] Ele, posteriormente, digitalizou a história em quadrinhos de 38 páginas e a publicou em seu website [12].
Os quadrinhos foram desenhados e criados por Scott McCloud.[10]
Histórico de versões
Primeira versão
Em 3 de setembro de 2008, uma notícia no Slashdot chamou a atenção para uma passagem nos termos de serviço para a primeira versão beta, o que parecia conceder uma licença para o Google a todos os conteúdos transmitidos através do navegador. No mesmo dia, o Google respondeu a essas críticas, afirmando que a linguagem utilizada foi emprestada a partir de outros produtos, e removeu a passagem em causa dos termos de serviço. A primeira versão do Google Chrome passou nos testes Acid1 e Acid2, mas não no Acid3. No entanto, ele teve uma pontuação de 78/100, que é superior tanto ao Internet Explorer 7 quanto ao Firefox 3, mas inferior ao Opera Browser.
Segunda versão
Em 21 de maio de 2009, foi disponibilizada a versão final 2.0.[13] Os novos recursos incluíam modo de tela cheia, suporte a autocompletar na barra[13] de endereços e página de abas aprimorada (com possibilidade de remoção de ícones ou thumbnails de uma nova aba[13]). Foram corrigidos mais de 300 defeitos em relação à versão anterior.
Terceira versão
Com o lançamento da versão 3.0, foram disponibilizadas as seguintes melhorias: novos motores HTML e Java, que lhe dão uma velocidade 25% maior que a versão 2, possibilidade de utilizar temas e suporte ao HTML 5.[14]
Quarta versão
Esta versão do navegador disponibilizou os seguintes recursos: sincronização de favoritos e suporte a extensões.[15] Foi lançada em janeiro de 2010.
Quinta versão
O Google libera a nova versão estável do Chrome que traz diversas melhorias e novos recursos, entre eles é possível notar que é a primeira versão estável a ser lançada simultâneamente para Windows, Linux e Mac OS X, e mais, maior velocidade no processamento de JavaScript, geolocalização, as opções de privacidade agora estão agrupadas as de conteúdo, possuindo uma nova janela de privacidade, preferências de sincronização (bookmarks, preferências pessoais e temas), gerenciador de bookmarks totalmente refeito (utilizando HTML5, e apresenta-se como uma página inteira, ao invés de uma janela apertada), novos recursos do HTML 5 implementados, controles de ativação das extensões para o modo privado, na atualização da 5ª versão (buid 375.86), o navegador trouxe o Flash Player integrado.
Sexta versão
O Google começou seu desenvolvimento antes mesmo da versão (v5.0) ser lançada no canal stable, no ínicio não se notava muita diferença entre a quinta e sexta versão do navegador, mas com o passar das atualizações a (v6.0) esta melhorando e aperfeiçoando seus recursos. A última versão lançada (6.0.472.62) traz a tão esperada atualização da interface (antiga tinha cor azul, nesta a cor será cinza), forma autofill, sincronização de dados e extensões Autofill e possui maior velocidade e estabilidade.[16]
Sétima versão
No dia 19 de Outubro de 2010 o Google disponibilizou mais uma versão estável do navegador Chrome, desta vez as novidades foram centralizadas na correção de bugs. As novidades ficam por conta da capacidade de subir diretórios inteiros para sites, suporte à API File e ao AppleScript no Mac OS X e maior controle sobre as permissões de escrita de cookies por sites.[17]
Oitava versão
A versão 8 estável foi disponibilizada em 2 de dezembro de 2010.[18] Foi implementado um leitor de PDF próprio que não depende de extensões de terceiros.[18] O navegador passou a suportar um loja de aplicativos, sem confirmação da Google ainda.[18] Além disto, houve mais de 800 correções de bugs. [18]
Nona versão
O Google lançou no dia 4 de novembro de 2010 a nona versão do navegador Chrome, disponibilizada no canal de desenvolvimento da empresa.[19]
Versão para Linux e Mac
Depois de muitos testes, chega a primeira versão estável (5ª versão) lançada em 25 de maio de 2010 para os sistemas Linux e Mac OS X, o Google Chrome encontra-se disponível para download em ambientes: Gnome, KDE e X11. Já para a plataforma Mac ele pode ser rodado no Mac OS X.
Chrome OS
Anúncio
O anúncio de que o Google estava desenvolvendo um sistema operacional baseado na web com foco em netbooks causou uma enorme movimentação no mundo da tecnologia. O Google prometeu entregar o sistema até o segundo semestre de 2010.
Chromium
Chromium é o projeto de software livre criado pelo Google e com participação comunitária (sob o âmbito de Google Code) para fundamentar as bases do design e desenvolvimento do navegador Chrome (junto con a extensão Chrome Frame), ademais do sistema operacional Google Chrome OS.[20] A porção realizada pelo Google está coberta pela licença de usoBSD, com outras partes sujeitas a uma variedade de licenças de código aberto permissivas que incluem Licença Apache, Licença MIT, MSPL, zlib, ICU e a licença dualMPL/GPL/LGPL.[21] O objetivo principal do projeto é proporcionar um navegador com maior estabilidade, velocidade e segurança além de incluir uma interface de usuário simples e eficiente.[22] No essencial, as contribuições feitas pelo projeto livre Chromium fundamentam o código-fonte do navegador sobre o qual ele foi baseado, o Google Chrome e, portanto, (o Chromium) possuirá as mesmas características deste, mas com um logotipo ligeiramente diferente e sem o apoio comercial ou técnico da companhia Google. De acordo com a documentação para os programadores, "Chromium" é o nome do projeto, não do produto, e não deveria aparecer nunca entre as variáveis do código, nomes de APIs (da sigla em inglês "Application programming interface") etc. Utiliza-se "chrome" em seu lugar».[23]
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