2011年1月4日火曜日

google chrome


Google Chrome é um navegador desenvolvido pelo Google e compilado com base em componentes de código aberto como omotor de renderização de WebKit e sua estrutura de desenvolvimento de aplicações (Framework).[3] Em menos de dois anos de uso, o Google Chrome já é o terceiro browser mais usado do mundo, atrás apenas do Internet Explorer e Mozilla Firefox. Em outubro de 2010, cerca de 8,50% dos usuários de Internet do mundo mantiveram o Google Chrome como seu browser principal.[4] Já no mês de outubro do mesmo ano, o navegador passou a ter uma participação no mercado de 8,47%.[5] Está disponível gratuitamente sob condições de serviço específicas. O nome do navegador deriva do término usado para o marco dainterface gráfica do usuário ("chrome").
Em 2 de setembro de 2008 saiu a primeira versão ao mercado, sendo esta uma versão beta.[6] Finalmente, em 11 de dezembrode 2008 foi lançada uma versão estável ao público em geral.[7] No momento, o navegador está disponível para a plataformaMicrosoft Windows em mais de 51 idiomas. A versão para sistemas Mac OS X e Linux se encontra atualmente em desenvolvimento, com disponibilidades de versões beta em ambos sistemas operacionais.[8][9]
Além de desenvolver o Google Chrome, o Google ainda patrocina o Mozilla Firefox, um navegador que é desenvolvido pelaFundação Mozilla com popularidade ainda maior que a do Google Chrome. É o mais jovem dos grandes navegadores para internet, sendo lançado em versão beta em 2008.


Barra de endereço com recursos de auto-completar, batizada de "omnibox";
Recursos


História


Anúncio

O anúncio oficial, por meio de uma história em quadrinhos (banda desenhada em Portugal) a ser enviada para jornalistas e blogueiros, foi planejado para 3 de setembro de 2008.[10] No entanto, as cópias planejadas para a Europa foram enviadas antes da data de lançamento oficial e o blogueiro Philipp Lenssen do Google Blogoscoped recebeu sua cópia no dia 1 de setembro de 2008.[11] Ele, posteriormente, digitalizou a história em quadrinhos de 38 páginas e a publicou em seu website [12].
Os quadrinhos foram desenhados e criados por Scott McCloud.[10]


Histórico de versões


Primeira versão

Em 3 de setembro de 2008, uma notícia no Slashdot chamou a atenção para uma passagem nos termos de serviço para a primeira versão beta, o que parecia conceder uma licença para o Google a todos os conteúdos transmitidos através do navegador. No mesmo dia, o Google respondeu a essas críticas, afirmando que a linguagem utilizada foi emprestada a partir de outros produtos, e removeu a passagem em causa dos termos de serviço. A primeira versão do Google Chrome passou nos testes Acid1 e Acid2, mas não no Acid3. No entanto, ele teve uma pontuação de 78/100, que é superior tanto ao Internet Explorer 7 quanto ao Firefox 3, mas inferior ao Opera Browser.


Segunda versão

Em 21 de maio de 2009, foi disponibilizada a versão final 2.0.[13] Os novos recursos incluíam modo de tela cheia, suporte a autocompletar na barra[13] de endereços e página de abas aprimorada (com possibilidade de remoção de ícones ou thumbnails de uma nova aba[13]). Foram corrigidos mais de 300 defeitos em relação à versão anterior.


Terceira versão

Com o lançamento da versão 3.0, foram disponibilizadas as seguintes melhorias: novos motores HTML e Java, que lhe dão uma velocidade 25% maior que a versão 2, possibilidade de utilizar temas e suporte ao HTML 5.[14]


Quarta versão

Esta versão do navegador disponibilizou os seguintes recursos: sincronização de favoritos e suporte a extensões.[15] Foi lançada em janeiro de 2010.


Quinta versão

Google libera a nova versão estável do Chrome que traz diversas melhorias e novos recursos, entre eles é possível notar que é a primeira versão estável a ser lançada simultâneamente para WindowsLinux e Mac OS X, e mais, maior velocidade no processamento de JavaScript, geolocalização, as opções de privacidade agora estão agrupadas as de conteúdo, possuindo uma nova janela de privacidade, preferências de sincronização (bookmarks, preferências pessoais e temas), gerenciador de bookmarks totalmente refeito (utilizando HTML5, e apresenta-se como uma página inteira, ao invés de uma janela apertada), novos recursos do HTML 5 implementados, controles de ativação das extensões para o modo privado, na atualização da 5ª versão (buid 375.86), o navegador trouxe o Flash Player integrado.


Sexta versão

Google começou seu desenvolvimento antes mesmo da versão (v5.0) ser lançada no canal stable, no ínicio não se notava muita diferença entre a quinta e sexta versão do navegador, mas com o passar das atualizações a (v6.0) esta melhorando e aperfeiçoando seus recursos. A última versão lançada (6.0.472.62) traz a tão esperada atualização da interface (antiga tinha cor azul, nesta a cor será cinza), forma autofill, sincronização de dados e extensões Autofill e possui maior velocidade e estabilidade.[16]


Sétima versão

No dia 19 de Outubro de 2010 o Google disponibilizou mais uma versão estável do navegador Chrome, desta vez as novidades foram centralizadas na correção de bugs. As novidades ficam por conta da capacidade de subir diretórios inteiros para sites, suporte à API File e ao AppleScript no Mac OS X e maior controle sobre as permissões de escrita de cookies por sites.[17]


Oitava versão

A versão 8 estável foi disponibilizada em 2 de dezembro de 2010.[18] Foi implementado um leitor de PDF próprio que não depende de extensões de terceiros.[18] O navegador passou a suportar um loja de aplicativos, sem confirmação da Google ainda.[18] Além disto, houve mais de 800 correções de bugs. [18]


Nona versão

Google lançou no dia 4 de novembro de 2010 a nona versão do navegador Chrome, disponibilizada no canal de desenvolvimento da empresa.[19]


Versão para Linux e Mac

Depois de muitos testes, chega a primeira versão estável (5ª versão) lançada em 25 de maio de 2010 para os sistemas Linux e Mac OS X, o Google Chrome encontra-se disponível para download em ambientes: GnomeKDE e X11. Já para a plataforma Mac ele pode ser rodado no Mac OS X.


Chrome OS


Anúncio

O anúncio de que o Google estava desenvolvendo um sistema operacional baseado na web com foco em netbooks causou uma enorme movimentação no mundo da tecnologia. O Google prometeu entregar o sistema até o segundo semestre de 2010.
Em si, o Google Chrome OS é baseado no núcleo Linux.


Chromium

Chromium é o projeto de software livre criado pelo Google e com participação comunitária (sob o âmbito de Google Code) para fundamentar as bases do design e desenvolvimento do navegador Chrome (junto con a extensão Chrome Frame), ademais do sistema operacional Google Chrome OS.[20] A porção realizada pelo Google está coberta pela licença de usoBSD, com outras partes sujeitas a uma variedade de licenças de código aberto permissivas que incluem Licença ApacheLicença MITMSPLzlibICU e a licença dualMPL/GPL/LGPL.[21] O objetivo principal do projeto é proporcionar um navegador com maior estabilidade, velocidade e segurança além de incluir uma interface de usuário simples e eficiente.[22] No essencial, as contribuições feitas pelo projeto livre Chromium fundamentam o código-fonte do navegador sobre o qual ele foi baseado, o Google Chrome e, portanto, (o Chromium) possuirá as mesmas características deste, mas com um logotipo ligeiramente diferente e sem o apoio comercial ou técnico da companhia Google. De acordo com a documentação para os programadores, "Chromium" é o nome do projeto, não do produto, e não deveria aparecer nunca entre as variáveis do código, nomes de APIs (da sigla em inglês "Application programming interface") etc. Utiliza-se "chrome" em seu lugar».[23]

oque é karate

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Karate é uma palavra japonesa que significa “mãos vazias”, o ” do “, é a via ou o modo de atingir a perfeição.Isto porque um Karateka (praticante de Karate) utiliza, durante a sua prática as suas armas naturais, a inteligência e o corpo.- É uma arte altamente científica, tornando eficaz uso de todas as partes do corpo com finalidades prioritáriamente defensivas.A prática do Karaté-do sob a orientação de mestres e Instrutores qualificados trará benefícios inestimáveis para todos e sobretudo para a criança (encontrando-se ainda em estádio de formação intelectual).- O maior objectivo do Karate-do é o aperfeiçoamento do carácter de seus praticantes, contribuindo para uma formação integral do homem.Nesse sentido podemos afirmar que a prática correcta do karaté-do auxilia enormemente na EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO e DESENVOLVIMENTO físico e psicológico de quem o pratica.- O Karateka ao disciplinar o corpo e a mente através de treinos rigorosos aprende valores universais tais como humildade, disciplina, sinceridade, auto-controlo, e integridade moral.- Além de ser também um excelente meio de defesa pessoal, o Karate-do constitui uma forma ideal de exercício físico. Desenvolve a força, a velocidade, a coordenação motora e os reflexos, sendo por vezes indicado como terapêutico de algumas patologias físicas.os 4 Benefícios da sua Prática:
1- EXERCITA A CONCENTRAÇÃO – criando hábitos que ajudarão nos estudos e trabalho.
2- INCENTIVA AO RESPEITO E À EDUCAÇÃO – tornando-o mais compreensivo com os seus semelhantes, criando atitudes positivas dentro da sociedade.
3- DÁ CONFIANÇA e SEGURANÇA – fazendo sentir-se seguro das suas possibilidades nas diversas situações da vida quotidiana.
4- COLOCA-O EM FORMA – Dando ao corpo a flexibilidade e coordenação motora necessária ao melhoramento da sua condição física através de um treino correcto e eficaz.- O KARATE-DO é para todos os sexos e IDADES, pois cada um treina de acordo com as suas capacidades

oque é folclore


O interesse pelo folclore nasceu entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, quando estudiosos como os Irmãos Grimm e Herder iniciaram pesquisas sobre a poesia tradicional na Alemanha e "descobriu-se" a cultura popular como oposta à cultura erudita cultivada pelas elites e pelas instituições oficiais. Logo esse interesse se espalhou por outros países e se ampliou para o estudo de outras formas literárias, músicas, práticas religiosas e outros fatos chamados na época de "antiguidades populares". Neste início de sistematização os pesquisadores procuravam abordar a cultura popular através de métodos aplicados ao estudo da cultura erudita O termo folclore (folklore) é um neologismo que foi criado em 1846 pelo arqueólogo Ambrose Merton - pseudônimo de William John Thoms - e usado em uma carta endereçada à revistaThe Athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo. Esse termo passou a ser utilizado então para se referir às tradições, costumes e superstições das classes populares. Posteriormente, o termo passou a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, dando ao folclore o status de história não escrita de um povo. Mesmo que o avanço da ciência e da tecnologia tenha levado ao descrédito muitas dessas tradições populares, a influência do pensamento positivista do século XIX contribuiu para dignificá-las, entendendo-as como elos em uma cadeia ininterrupta de saberes que deveria ser compreendida para se entender a sociedade moderna. Assim, com a conscientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao novo modo de vida urbano, seu estudo se generalizou, ao mesmo tempo em que ela passou a ser usada como elemento principal em obras artísticas, despertando o sentimento nacionalista dos povos.
Depois de iniciar e frutificar na Europa, o estudo do folclore se estendeu ao Novo Mundo, chegando ao Brasil na segunda metade do século XIX através dos precursores Celso de Magalhães e Sílvio Romero, e aos Estados Unidos, onde William Wells Newell, Mark Twain, Rutherford Hayes e um grupo de outros eruditos e interessados fundaram em 1888 a American Folklore Society, que de imediato iniciou a publicação de um jornal que continua em atividade até hoje, o Journal of American Folklore. A contribuição dos folcloristas norte-americanos foi especialmente importante porque desde logo suas pesquisas foram apoiadas pelas universidades e adquiriram autonomia, definindo novas fronteiras metodológicas e lançando as bases para a fundação do folclorismo como uma nova especialidade científica, paralela à Antropologia.


O folclore na sociedade contemporânea

Atualmente o folclorismo está bem estabelecido e é reconhecido como uma ciência, a ponto de tornar seu objeto, a cultura popular ou folclore, instrumento de educação nas escolas e um bem protegido genericamente pela UNESCO e especificamente por muitos países, que inseriram muitos de seus elementos constituintes em seus elencos de bens de patrimônio histórico e artístico a serem protegidos e fomentados.
Considera-se hoje o folclorismo um ramo das Ciências Sociais e Humanas, e seu estudo deve ser feito de acordo com a metodologia própria dessas ciências. Como parte da cultura de uma nação, o folclore deve ter o mesmo direito de acesso aos incentivos públicos e privados concedidos às outras manifestações culturais e científicas.[1] Segundo Von Gennep,
Cquote1.pngo folclore não é, como se pensa, uma simples coleção de fatos disparatados e mais ou menos curiosos e divertidos; é uma ciência sintética que se ocupa especialmente dos camponeses e da vida rural e daquilo que ainda subsiste de tradicional nos meios industriais e urbanos. O folclore liga-se, assim, à economia política, à história das instituições, à do direito, à da arte, à tecnologia, etc, sem entretanto confundir-se com estas disciplinas que estudam os fatos em si mesmos de preferência à sua reação sobre os meios nos quais evoluem..[3]Cquote2.png
Apesar de existir uma metodologia específica para o estudo contemporâneo do folclore, já existe a consciência de que o impacto dos novos meios de comunicação sobre as culturas, populares ou eruditas, está a exigir uma reformulação nos conceitos e sistemas de análise. Já não são raros os elementos do povo que usam gravadores, câmeras de vídeo, internet ou outros meios de alta tecnologia para o registro e difusão das manifestações folclóricas, tornando a delimitação do campo de estudo e a caracterização do fato folclórico cada vez mais difíceis. Roberto Benjamin, presidente da Comissão Nacional de Folclore do Brasil em 2001, declarou que
Cquote1.pngum outro processo a merecer atenção é o da espetaculização das manifestações folclóricas pela pressão dos meios de comunicação de massa e do turismo. Algumas das manifestações tradicionais guardam a natureza de espetáculos, que têm sido levados à exacerbação, convertendo-se em produto da cultura de massas. O exemplo mais evidente é o do boi-bumbá de Parintins. Preocupante, porém, é o caso de manifestações de natureza ritual, reservadas aos membros de comunidades religiosas, que por seu exotismo estão sendo cooptadas para converter-se em eventos de massa. É o caso das panelas-de-Iemanjá, convertidas em festivais para turistas. Diante desse quadro, torna-se necessária uma nova postura liberada dos preconceitos etnocêntricos, a reciclagem das técnicas de pesquisa em trabalho interdisciplinar com a incorporação das contribuições renovadas das ciências humanas e das ciências da linguagem, o uso de novas tecnologias e equipamentos disponíveis".[4]Cquote2.png


Características do fato folclórico

Bloco de maracatu em Olinda
Folclore dos Açores, trajos tradicionais,AçoresPortugal.
Para se determinar se um fato é folclórico, segundo a UNESCO, ele deve apresentar as seguintes características: tradicionalidade, dinamicidade, funcionalidade e aceitação coletiva,.[5]
  • Tradicionalidade, a partir de sua transmissão geracional, entendida como uma continuidade, onde os fatos novos se inserem sem ruptura com o passado, e se constroem sobre esse passado.
  • Dinamicidade, ou seja, sua feição mutável, ainda que baseada na tradição.
  • Funcionalidade, existindo uma razão para o fato acontecer e não constituindo um dado isolado, e sim inserido em um contexto dinâmico e vivo.
  • Aceitação coletiva: deve ser uma prática generalizada, implicando uma identificação coletiva com o fato, mesmo que ele derive das elites. Esse critério não leva em conta o anonimato que muitas vezes caracteriza o fato folclórico e tem sido considerado um indicador de autenticidade, pois mesmo se houver autor, desde que o fato seja absorvido pela cultura popular, ainda deve ser considerado folclórico. Um exemplo disso é a literatura de cordel brasileira, geralmente com autoria definida, mas tida como elemento genuíno da cultura popular.
Pode-se acrescentar a esses o critério da espontaneidade, já que o fato folclórico não nasce de decretos governamentais nem dentro de laboratórios científicos; é antes uma criação surgida organicamente dentro do contexto maior da cultura de uma certa comunidade. Mesmo assim, em muitos locais já estão sendo feitos esforços por parte de grupos e instituições oficiais no sentido de se recriar inteiramente, nos dias de hoje, fatos folclóricos já desaparecidos, o que deve ser encarado com reserva, dado o perigo de falsificação do fato folclórico.[4]Também deve ser regional, ou seja, localizado, típico de uma dada comunidade ou cultura, ainda que similares possam ser encontrados em países distantes, quando serão analisados como derivação ou variante.[4]

É uma ave linda, muito colorida e o que chama mais atenção é o bico enorme. Mas, você acha que o bicâo dele é pesado? Coitado do tucano, carregar um bico desses? Pelo contrário, o bicão é formado por tecido ósseo (dos ossos) e esponjoso (como uma esponja) e portanto é leve embora seja duro.
Dizem que existem mais de 40 espécies de tucanos, o que varia muito é o colorido deles. Se você for procurar na Internet, vai achar muitas lindas fotos e vai achar também os araçaris, que são tucanos bem pequenos.
Os tucanos grandes, como o da foto acima que é o tucano toco, são os maiores representantes da espécie. Ele é alaranjado, amarelo e branco, com a mancha preta no bico. Em volta dos olhos é laranja ou amarelo e as pálpebras são azuis. A garganta e o peito são brancos e o resto do corpo de penas negras, sendo que por baixo do rabo tem penas vermelhas. Os pés do tucano são cinza-azulados.
Araçari.


Alimentação

O tucano é bom de bico... Ele gosta de muitas coisas, podem ser frutinhas e sementes, insetos, ovos de outras aves, lagartixas.
Na verdade eles preferem os frutos, para comer eles pegam a frutinha com a ponta do bico, viram a cabeça para cima e deixam a fruta escorregar até a garganta, mas sempre cospem o caroço. Então, o que acontece com o caroço? Vai cair no chão e germinar, nascendo outra planta. É desse modo que o tucano ajuda a preservar a mata.


Onde vive

Nas florestas tropicais da América do Sul, como a floresta amazônica. Também existem tucanos no Pantanal, no Cerrado e eles podem ser encontrados desde as Guianas até o norte da Argentina.


Hábitos

É um bicho bagunceiro que vive em bandos, o tempo todo os tucanos agitam, gritam, pulam de galho em galho. Gostam de voar sobre os rios, pousar sobre as árvores mais altas.
Para dormir eles colocam a cabeça para trás, o bico fica debaixo de uma das asas e o rabinho fica para frente, por cima do corpo, é uma forma de descansar o bico. Sabia que eles bocejam quando estão com sono?
Eles também adoram tomar banho de chuva. Os índios dizem que quando um bando de tucanos se junta é porque vai chover.
Na floresta são bichos que defendem seu território.

]Reprodução

Olhando para o bico do tucano é que se sabe quem é o macho e quem é a fêmea. O bico do macho é menos curvo, mais estreito e mais comprido.
O casal de tucanos costuma fazer o ninho no oco das árvores altas, mas também usam ninhos abandonados de pica-pau. Podem colocar de 2 a 4 ovos e os pais alimentam os filhotes com o sumo das frutas e insetos. Os filhotes nascem cegos e só saem do ninho com quase um mês de idade.


Predadores

Seus predadores são águias, falcões e corujas. Quando atacados, fazem muito barulho porque vivem em bando. Os macacos e as cobras atacam o ninho dos tucanos.
Vamos incluir o homem porque os traficantes de animais têm facilidade de vender aves tão bonitas..

2011年1月3日月曜日

oque é mangá

Mangá é o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. A palavra surgiu da junção de outros dois vocábulos: man, que significa involuntário, e , imagem. Os mangás se diferenciam dos quadrinhos ocidentais não só pela sua origem, mas principalmente por se utilizar de uma representação gráfica completamente própria. Pra começar, o alfabeto japonês se compõe de ideogramas que não só representam sons, mas também idéias. Assim, em um mangá o texto em geral, mas principalmente as onomatopéias, fazem parte da arte. A ordem de leitura dos mangás também é diferente daquela que estamos acostumados. Um livro japonês começa pelo que seria o fim de uma publicação ocidental. Além disso, o texto é disposto da direita para a esquerda (clique aqui para ver a forma correta de se ler um mangá). Outra característica peculiar dos mangás é que eles são publicados em volumes de mais ou menos 200 páginas cada, o que permite aos autores criar histórias mais longas e aprofundadas. Dessa forma, em um mangá é comum ver várias páginas só de imagens, sem diálogos, e também ações que se desenrolam por muitos quadrinhos e abordadas por diferentes pontos de vista. A disposição dos quadrinhos em uma página de mangá é diferente daquela que se costuma ver num comic americano, que costuma ter 3 ou 4 fileiras de quadrinhos por páginas. Como os mangakás (nome dado aos autores de mangás) dispõe de um espaço maior para contar sua históra, também empregam um número menor de quadrinhos por página – não é difícil ver página até sem quadrinhos, com uma única imagem estourada. Também é característica dos mangás serem feitos completamente em preto-e-branco e em papel jornal, o que torna o produto mais barato e faz com que ele seja consumido por todo tipo de pessoa – no Japão eles são lidos por crianças, estudantes, executivos, donas-de-casa… Esses são apenas alguns pontos que caracterizam os mangás. Só que o principal é a capacidade que eles têm de encantar pessoas do mundo todo. Ler um mangá é uma experiência única. É mergulhar em um mundo próprio. Cheio de ação, emoção, heróis, criaturas mágicas e muita, muita diversão.